Dicas para as fotografias não aparecerem tremidas

 

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Olá a todos!

Quer parecer-me que ainda não sabem como tirar fotografias sem estarem minimamente tremidas, acertei? Não, não sou adivinho, apenas recebi alguns e-mails de seguidores que gostariam imenso que lhes ajudasse a evitar tirar fotografias tremidas, o que, por vezes, admito, não é fácil. Mas tudo é possível! Querem saber como? Então fiquem muito atentos a estas dicas simples e fáceis de aplicar.

 

Uso de um tripé

Um tripé é uma das soluções mais seguras para garantir que as vossas fotografias não fiquem tremidas. Porém, eu até compreendo que andar com um objecto destes atrás não é muito agradável, devido ao peso e ao tamanho, sobretudo se estão com os vossos amigos num convívio e apenas querem ter algumas fotografias para recordação. No entanto, caso estejam a trabalhar em algo mais sério, por exemplo, a fazer algum trabalho que exija uma excelente qualidade de imagem, então este é um recurso que devem levar em grande conta.

 

Uso de um selfie stick

Um selfie stick é também uma grande mais-valia para vocês, apesar de ser considerado por muitos como mais um objecto da moda, também por se encontrar em qualquer loja que venda acessórios de fotografia. Mas, para além de permitir a captação de imagens em ângulos mais complicados, ou mesmo em grandes planos, um selfie stick permite uma maior fixação da câmara (neste caso da câmara do telemóvel). Isto acontece, porque, ao pegarem no stick, e não directamente no telemóvel, têm uma maior estabilidade nas mãos, o que, consequentemente, provoca uma maior firmeza na captação das imagens.

 

Alteração das definições da câmara

Se, por um lado, ter o cuidado de focar a imagem (caso a câmara não tenha um foco automático) já é suficiente para que a fotografia não apareça tremida, por outro, a focagem pode não ser a única característica da máquina a ter que ser tida em conta. As câmaras fotográficas, quer as que são incorporadas nos telemóveis, como as profissionais, têm inúmeras configurações a considerar. Contudo, a maioria das pessoas não se dá ao trabalho de lhes dar importância, pois chega-lhes trabalhar com o básico. Porém, não há nada mais errado do que isso, visto que uma das configurações mais importantes é mesmo o estabilizador, que pode não ser automático e precisar de uma activação. Neste sentido, aconselho-vos a verificarem cuidadosamente todas as configurações das vossas câmaras e a usarem-nas nos momentos devidos, pois podem potenciar um resultado ainda melhor nas vossas fotografias.

 

Não é necessário serem grandes fotógrafos para conseguirem fotografias com imagens estáveis e de cortar a respiração. É preciso algum jeitinho, claro, mas apenas isso. O resto aprendem com o tempo e com a prática. Pelo menos, no que diz respeito aos tremores das imagens, já sabem o que fazer! :)

Ficaram com alguma dúvida? Deixem-na num comentário para que consiga responder!

Até à próxima e boas fotografias!

PS: A imagem pertence ao site fotografar.pt

 

Instagram: o que é, para que serve e como usar!

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Olá a todos!

Como têm passado? Têm tirado muitas fotografias? Espero que sim!

Hoje é dia de vos falar um pouco sobre o Instagram, uma das aplicações de fotografia mais conhecidas e usadas no mundo. Também usam? Eu sim, sem dúvida! No entanto, se pouco conhecem esta aplicação, não faz mal, porque hoje é o dia em que vão ficar a perceber a sua enorme popularidade, após explicar-vos o que é, para que serve e como usá-la.

O que é o Instagram

Ora, esta aplicação é uma rede social, como tantas outras, que nos permite seguir um conjunto de pessoas (amigos, conhecidos, até desconhecidos), ver e seguir as suas publicações na timeline, escrever comentários, colocar gostos (que aparecem em forma de coração), partilhar publicações e, claro, falar num chat. Esta última funcionalidade, confesso, não é muito usada por mim, pois prefiro o WhatsApp ou até o messenger do Facebook.

Para que serve o Instagram

E, então, para que serve o Instagram? No fundo, esta rede serve para partilhar fotografias e vídeos. Apenas isso. Nada de textos, só os que acompanham as imagens ou os vídeos. É, portanto, uma rede social puramente visual e emotiva.

Como usar o Instagram

 Bem, a verdade é que esta aplicação é muito fácil de usar e é extremamente intuitiva. Em primeiro lugar, precisam de ter uma imagem já guardada no telemóvel. Depois, têm duas hipóteses: abrem-na e partilham-na directamente na aplicação, ou abrem a aplicação e vão buscar a fotografia que pretendem à pasta respectiva. Independentemente da hipótese que escolherem, após a imagem estar carregada para edição na aplicação (aqui podem cortar, rodar, alterar cores, colocar filtros, etc.), só precisam de seguir os passos que vos aparecem, até chegarem ao derradeiro momento de carregar no “okay” final. Tomem também atenção ao facto de poderem partilhar simultaneamente a mesma imagem – e com o mesmo texto – no Facebook, no Twitter e noutras redes sociais. Saibam também que, se quiserem partilhar um vídeo, seguem exactamente as mesmas etapas.

Não é nada difícil usar o Instagram, isso garanto-vos. E é tão intuitivo que, quando o começarem a usar, não vão querer outra coisa. Chega mesmo a ser viciante, até quando não queremos partilhar nada, pois só o facto de perdermos horas a fazer o típico “scroll down” na timeline já mostra a enorme adição a esta rede social. No entanto, apesar do grande vício, esta é uma aplicação de fotografias excelente, tanto que devo voltar a falar dela brevemente.

Vemo-nos  no próximo artigo? Boas fotografias… e boa sorte com esta experiência digital!

Fotografias dignas de um verdadeiro fotógrafo – três estratégias básicas de enquadramento

 

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Olá a todos! Hoje, no Papelia, vamos abordar um aspecto essencial da fotografia: o enquadramento. Os bons fotógrafos sabem que uma fotografia não se resume a apontar uma câmara para um objecto e captar a sua imagem.

 

Talvez mais importante ainda, é a forma como captamos essa imagem e como direccionamos o olhar de um posterior observador, guiando-o pela imagem. A forma como enquadramos estabelece qual é a importância de um elemento na imagem final e é essencial para nos assegurarmos de que contamos a história que queremos contar da melhor forma.

 

Por isso, ficam aqui três dicas básicas de enquadramento:

 

  1. Evitar o centro.

A tendência mais frequente num fotógrafo iniciante é colocar o elemento para o qual quer chamar a atenção no centro da fotografia. Contudo, esta forma de enquadrar pode acabar por ter resultados demasiado neutros, repetitivos e aborrecidos.

Uma boa forma de evitar o uso repetido de um enquadramento ao centro é usar a regra dos terços. Esta consiste em dividir a imagem em nove partes iguais. Os elementos a que queremos dar destaque devem ser colocados nas intersecções das linhas que a dividem, ou sobre elas. Ao deslocar os elementos mais importantes do centro da imagem, estamos a criar imagens mais ricas, com relações potencialmente mais interessantes entre todas as partes da imagem.

 

  1. Usar diagonais para criar dinamismo na imagem.

Usar elementos que criam diagonais numa imagem pode conferir-lhe muito mais dramatismo, movimento, tensão. Normalmente, incorporar este tipo de linhas numa imagem dá-lhe mais impacto, mais força, do que se nos limitarmos a usar linhas horizontais e verticais.

 

  1. Simplificar a imagem, de modo a torná-la mais facilmente legível.

Quando olhamos para alguma coisa no mundo real, instintivamente simplificamos aquilo que vemos, focando a nossa atenção nuns quantos pontos que saltam mais à vista. Contudo, uma fotografia não é o mundo real. Ela é estática e bidimensional. Por este motivo, é muito fácil que uma fotografia se torne caótica ou confusa, incorporando demasiados elementos contrastantes entre si.

Um bom fotógrafo evita esta confusão, este caos visual, enquadrando a fotografia de modo a que esta fique simples e legível. Tudo o que não tiver importância, deve ser deixado de lado através da forma como enquadramos.

 

Para terminar, não podemos deixar de realçar que estas indicações não são regras invioláveis. Elas são apenas princípios, estratégias que uma grande quantidade de fotógrafos por esse mundo fora utilizam para obter resultados melhores. É essencial existir sempre espaço de manobra para a flexibilidade e adaptabilidade do fotógrafo.

 

Mesmo assim, verão que estas dicas vos vão ser bastante úteis! Até breve e boas fotografias!

Editores de imagem para fotógrafos mais ou menos avançados

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Olá a todos! Hoje, no Papelia, vamos abordar um tema hoje em dia incontornável no mundo da fotografia: o software de edição de imagem.

Com os avanços da fotografia digital, cuja evolução tem sido mito veloz, é impensável para qualquer praticante, mais ou menos amador, dispensar por completo a possibilidade de editar as suas imagens no computador.

A verdadeira questão é: qual o programa de edição mais adequado para quem? O mercado está a abarrotar de soluções para vários tipos de fotógrafos. Assim, para ajudar os nossos leitores a fazerem uma melhor escolha, vamos apontar aqui três programas bastante distintos, analisando algumas vantagens e desvantagens.

 

Adobe Photoshop

Porventura o mais conhecido e utilizado editor de imagem, o Photoshop é um programa que dispensa apresentações. Conta com uma já larga história no mercado e é uma escolha recorrente para a manipulação de todo o tipo de imagens.

Tem como principais vantagens o facto de ser versátil, de incorporar vários recursos e ferramentas. Além disso, o seu sistema de edição em layers (camadas) permite manipular uma imagem de forma potente, complexa e profunda.

Contudo, não será o ideal para todos os fotógrafos. O Photoshop tem uma curva de aprendizagem algo lenta. Salvos os casos em que estejamos na disposição de dispender largas horas a familiarizar-nos com ele, pode ser melhor optar por outro tipo de soluções.

 

Adobe Lightroom

Outro programa da Adobe, o Lightroom distingue-se do Photoshop por ser menos versátil, devido ao facto de ser pensado especificamente para fotografia. Dependendo do uso que se quer dar ao editor de imagem, e da complexidade da manipulação, pode ser uma solução interessante. Isto porque é extremamente eficaz no que toca a retocar e corrigir imagens.

Pode ainda ser usado em conjunto com outros programas de edição, de uso mais generalista, para quem precisar de um leque maior de ferramentas.

 

GIMP

Em termos económicos, o GIMP não poderia ser melhor: é gratuito. O que não implica que este seja um programa sem qualidade.

Beneficiando da ideologia open-source, em que os utilizadores contribuem activamente para o desenvolvimento de software, nomeadamente através da criação de plugins, o GIMP tem vindo a tornar-se uma ferramenta cada vez mais potente.

Tal como o Photoshop, funciona por camadas, mas pode ser considerado ainda mais difícil de dominar, menos intuitivo e com um interface mais complicado. Para quem tiver mais tempo do que dinheiro, ainda assim, pode ser uma excelente solução.

 

Estes três programas não esgotarão certamente o leque de opções disponíveis por aí, mas são um ponto de partida bastante interessante para qualquer fotógrafo. Uma boa ideia será fazer o download de uma versão trial dos dois primeiros, para ver se correspondem às suas expectativas. De qualquer maneira, podem ajudá-lo a dar mais um passo na sua evolução como fotógrafo. Resta-nos despedir-nos. Até ao próximo artigo, boas fotografias!