Editores de imagem para fotógrafos mais ou menos avançados

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Olá a todos! Hoje, no Papelia, vamos abordar um tema hoje em dia incontornável no mundo da fotografia: o software de edição de imagem.

Com os avanços da fotografia digital, cuja evolução tem sido mito veloz, é impensável para qualquer praticante, mais ou menos amador, dispensar por completo a possibilidade de editar as suas imagens no computador.

A verdadeira questão é: qual o programa de edição mais adequado para quem? O mercado está a abarrotar de soluções para vários tipos de fotógrafos. Assim, para ajudar os nossos leitores a fazerem uma melhor escolha, vamos apontar aqui três programas bastante distintos, analisando algumas vantagens e desvantagens.

 

Adobe Photoshop

Porventura o mais conhecido e utilizado editor de imagem, o Photoshop é um programa que dispensa apresentações. Conta com uma já larga história no mercado e é uma escolha recorrente para a manipulação de todo o tipo de imagens.

Tem como principais vantagens o facto de ser versátil, de incorporar vários recursos e ferramentas. Além disso, o seu sistema de edição em layers (camadas) permite manipular uma imagem de forma potente, complexa e profunda.

Contudo, não será o ideal para todos os fotógrafos. O Photoshop tem uma curva de aprendizagem algo lenta. Salvos os casos em que estejamos na disposição de dispender largas horas a familiarizar-nos com ele, pode ser melhor optar por outro tipo de soluções.

 

Adobe Lightroom

Outro programa da Adobe, o Lightroom distingue-se do Photoshop por ser menos versátil, devido ao facto de ser pensado especificamente para fotografia. Dependendo do uso que se quer dar ao editor de imagem, e da complexidade da manipulação, pode ser uma solução interessante. Isto porque é extremamente eficaz no que toca a retocar e corrigir imagens.

Pode ainda ser usado em conjunto com outros programas de edição, de uso mais generalista, para quem precisar de um leque maior de ferramentas.

 

GIMP

Em termos económicos, o GIMP não poderia ser melhor: é gratuito. O que não implica que este seja um programa sem qualidade.

Beneficiando da ideologia open-source, em que os utilizadores contribuem activamente para o desenvolvimento de software, nomeadamente através da criação de plugins, o GIMP tem vindo a tornar-se uma ferramenta cada vez mais potente.

Tal como o Photoshop, funciona por camadas, mas pode ser considerado ainda mais difícil de dominar, menos intuitivo e com um interface mais complicado. Para quem tiver mais tempo do que dinheiro, ainda assim, pode ser uma excelente solução.

 

Estes três programas não esgotarão certamente o leque de opções disponíveis por aí, mas são um ponto de partida bastante interessante para qualquer fotógrafo. Uma boa ideia será fazer o download de uma versão trial dos dois primeiros, para ver se correspondem às suas expectativas. De qualquer maneira, podem ajudá-lo a dar mais um passo na sua evolução como fotógrafo. Resta-nos despedir-nos. Até ao próximo artigo, boas fotografias!